Mesmo quem não tem vínculo com a UERJ pode fazer cadastro na Biblioteca Comunitária para fazer empréstimo domiciliar de livros na nossa biblioteca. A Biblioteca Comunitária está localizada no Campus da UERJ Maracanã, 1. andar, bloco C, sala 1.002.
Mesmo quem não tem vínculo com a UERJ pode fazer cadastro na Biblioteca Comunitária para fazer empréstimo domiciliar de livros na nossa biblioteca. A Biblioteca Comunitária está localizada no Campus da UERJ Maracanã, 1. andar, bloco C, sala 1.002.
Vocês conhecem a geladeiroteca?
A
geladeira fica ao lado da Biblioteca Comunitária, no 1. andar, bloco C,
da UERJ campus Maracanã. É possível pegar e deixar livros e revistas na
geladeira, como um "pegue-e-leve".
Dia 25 de março é o comemorado o dia nacional do orgulho gay.
Mas por que escolheram a palavra orgulho?
Porque orgulho é o oposto de vergonha.
Por muitos anos, a orientação
sexual era motivo de polêmicas, preconceitos, segregações e violência.
O movimento que originou a data
teve início depois da Rebelião de Stonewall em 1969, na cidade de Nova York, que
procurava normalizar a sexualidade dos indivíduos a fim de que não sintam
vergonha de seus corpos, nem de sua orientação.
Desde 1969 muitas conquistas foram
alcançadas como criminalização da LGBTfobia, fim da criminalização da
homossexualidade e das penas correlatas, fim dos tratamentos de “cura gay”,
políticas públicas pelo fim da discriminação, maior representatividade da
comunidade nos meios de comunicação etc.
No Brasil, até a década de 1980 o termo
“homossexualismo” ainda era visto como um transtorno sexual pelo Código de
Saúde do Instituto Nacional de Assistência Médica e Previdência Social.
De lá pra cá, muita coisa mudou. Um dos
avanços foi o Art. 1.723 do Código Civil de 2002, que reconhece como entidade
familiar a união entre o homem e a mulher, deve ser interpretado conforme à
Constituição para incluir a união entre pessoas do mesmo sexo como entidade
familiar, por também ser espécie de família.
Com isso, houve uma revisão de
institutos jurídicos, validando a união estável homoafetiva, sendo aplicadas as
mesmas regras que a heteroafetiva.
Assim, os casamentos e uniões
homoafetivas devem ter o mesmo regime jurídico protetivo conferido aos casais
heterossexuais, garantindo direito à pensão, divisão de bens e herança.
A partir da equiparação jurídica das uniões estáveis homoafetivas
às uniões estáveis heteroafetivas autorizou-se também a adoção por casal
homoafetivo.
Esses grandes avanços são motivo de muita alegria para a comunidade
LGBT mas ainda há muito o que se conquistar. A luta por direitos iguais deve
ser constante e toda a sociedade pode apoiar a causa!
Referências
ROLIM, Marcio. Dia Nacional do Orgulho
Gay: o que temos a celebrar? Observatório G. Disponível em: https://observatoriog.bol.uol.com.br/noticias/dia-nacional-do-orgulho-gay-o-que-temos-a-celebrar. Acesso em: 18 mar. 2022
Dia do orgulho LGBTQIA+: o que foi a
revolta de Stonewall que deu origem à comemoração. BBC Brasil. Disponível
em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-48432563#:~:text=Esse%20evento%20ocorrido%20no%20bar,debate%20p%C3%BAblico%20e%20as%20ruas.
Acesso em: 18 mar. 2022
Orgulho: 10 Direitos Conquistados Pela
Comunidade LGBT+. Martello Legal. Disponível em: https://marello.legal/novidades/direitos-lgbt-lesbica-gay-homossexual-casamento-heranca-pensao-homofobia-genero.
Acesso em: 18 mar. 2022
Em 1999, na XXX Conferência Geral da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), em 1999, foi escolhido o dia 21 de março para homenagear a poesia, promover a diversidade das línguas e intensificar os intercâmbios entre culturas.
O Dia Mundial da Poesia é uma
data que comemora não só a arte de fazer poemas, mas o papel que a poesia
representa em qualquer sociedade, por ser instrumento de união e de
contestação. Assim, todos os anos, a Unesco emite uma mensagem comemorativa que
coloca o foco em temáticas ou problemas que eventualmente podem ser discutidos
pela arte poética.
Portanto, a data visa exaltar a
importância da reflexão sobre o poder da linguagem e do desenvolvimento das
habilidades criativas orquestradas por uma subjetividade, a do poeta, que, por
sua vez, abre-se à experiência subjetiva de seus leitores, e estes podem
ampliar seu conhecimento de mundo com base nas experiências poetizadas.
Para celebrar a data, vamos
relembrar alguns poetas e poetisas célebres nacionais:
- Vinícius de Moraes (1913 –
1980)
Também conhecido como “poetinha”,
Vinícius fez história na Bossa Nova escrevendo poemas e canções
internacionalmente famosos. Boêmio por vocação, o carioca gostava de escrever
em bares em parceria de seu amigo Tom Jobim e as mulheres eram sua grande
inspiração. Garota de Ipanema (1962), Chega de Saudade (1956) e Eu Sei Que Vou
Te Amar (1958) são suas obras principais.
- Cora Carolina (1889 – 1985)
Foi uma poetisa e contista
brasileira. Considerada uma das mais importantes escritoras brasileiras, ela
teve seu primeiro livro publicado em junho de 1965, quando já tinha quase 76
anos de idade, apesar de escrever seus versos desde a adolescência. Poemas dos
Becos de Goiás e estórias mais (1965), Meu Livro de Cordel (1976) e Vintém de
Cobre - Meias confissões de Aninha (1983) são suas mais célebres escritas.
- Carlos Drummond de Andrade
(1902 – 1987)
Mineiro de Itabira, ele foi um
grande poeta da segunda geração do Modernismo Brasileiro. Suas obras são
pautadas no existencialismo, sentido da vida e da morte, críticas políticas.
Uma forte característica é o linguajar tipicamente mineiro utilizado em seus
versos. Alguma poesia (1930), Brejo das almas (1934) e Sentimento do Mundo
(1940) são suas obras de destaque.
- Cecília Meireles (1901 – 1964)
Apesar de carioca, Meireles morou
em diversas partes do mundo, o que influenciou sua escrita. Assim como Drummond
de Andrade, Cecília é considerada uma grande poetisa da segunda geração do
Modernismo Brasileiro. Amplamente premiada, Cecília teve suas obras traduzidas
em diversos idiomas e distribuída pelo mundo. Espectros (1919), Nunca mais... e
Poemas dos Poemas (1923), Romanceiro da Inconfidência (1953) são suas obras de
destaque.
Referências
SOUZA, Warley. Dia mundial da poesia. Brasil Escola.
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/datas-comemorativas/21-de-marco-dia-mundial-da-poesia.htm.
Acesso em: 19 mar. 2022
GUIMARÃES, Leandro. Dia mundial da poesia. Mundo Educação.
Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/literatura/21-de-marco-dia-mundial-da-poesia.htm.
Acesso em: 19 mar. 2022
Dia do Bibliotecário
A data, comemorada em todo
território nacional, foi escolhida em homenagem ao bibliotecário por vocação
Manuel Bastos Tigre, nascido em 1882.
Engenheiro de formação, Bastos
Tigre foi aos Estados Unidos em 1906 para se especializar em eletricidade.
Porém, ao conhecer o bibliotecário Melvil Dewey, o desenvolvedor do sistema de
Classificação Decimal (CDD), Tigre abandona a área de engenharia e passa a
atuar como bibliotecário.
Atuou no Museu Nacional do Rio de
Janeiro como primeiro bibliotecário concursado no Brasil, lidando sempre com a
vertente de classificação decimal dos itens de informação. Sua paixão pela
biblioteconomia era tamanha que permaneceu atuando até mesmo após sua aposentadoria,
acumulando 40 anos no exercício da profissão.
Além disso, Manuel também era
escritor e publicou diversas obras, dentre poesias e sonetos humorísticos. Suas
contribuições para a cultura brasileira e a atuação bibliotecária foi de
extrema importância, trazendo modernidade e dinamicidade na organização dos
acervos.
LOPES, Ana Suely. O dia do
bibliotecário no Brasil. Infotecários. Disponível em: https://www.infotecarios.com/dia-do-bibliotecario-no-brasil/#.YiuOanrMLIV.
Acesso em: 11 mar. 2022.
FANGUEIRO, Maria do Sameiro.
Bastos Tigre. Biblioteca Nacional Digital. Disponível em: http://bndigital.bn.gov.br/dossies/periodicos-literatura/personagens-periodicos-literatura/bastos-tigre/.
Acesso em: 11 mar. 2022.